Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Terça-feira, 9 de Setembro de 2008
Domingo, 8 de Junho de 2008
O QUE É UM FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
"O QUE É UM ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLECTIVO?
ORGANISMO DE INVESTIMENTO COLECTIVO, é uma instituição dotada ou não de personalidade jurídica, que tem como fim o investimento colectivo de capitais obtidos junto do público, cujo funcionamento se encontra sujeito a um princípio de divisão de riscos e à prossecução do exclusivo interesse dos participantes.
Em Portugal são exemplo de OIC: os Fundos de Investimento Mobiliário, os Fundos de Investimento Imobiliário, os Fundos de Pensões e os Fundos de Capital de Risco.
O QUE É UM FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO?
Fundo de Investimento, é um património autónomo que resulta da agregação e aplicação de poupanças de entidades individuais e colectivas em valores mobiliários ou equiparados. Um Fundo de Investimento Imobiliário é aquele que faz as suas aplicações fundamentalmente em bens imóveis.
É um produto financeiro alternativo à aplicação das poupanças dos investidores designadamente nos depósitos bancários e ao investimento directo no mercado de capitais ou em valores imobiliários , tendo a vantagem de as suas aplicações serem acompanhadas e geridas por profissionais especializados no mercado de c"
Fundo de Investimento Imobiliário - FII
A nova era dos fundos imobiliários
Sérgio D. O. Belleza Filho Consultor de Investimentos (artigo publicado no site www.previnet.com.br em 14.01.00)
I - IntroduçãoCriados, em junho de 1993, pela Lei 8.668 e regulamentados pela CVM em janeiro do ano seguinte, através das Instruções nos 205 e 206, os Fundos de Investimento Imobiliário brasileiros reúnem, atualmente, cerca de R$ 1,3 bilhão aplicado em mais de 50 fundos, que investem em hotéis, shopping centers, edifícios comerciais, escolas, loteamentos, etc.
Estes fundos são condomínios de investidores, à semelhança dos fundos de ações e renda fixa, administrados por instituições financeiras e fiscalizados pela CVM.
Nos EUA este fundos existem há mais de 30 anos, com ativos superiores a US$ 130 bilhões. Só no ano de 98 eles pagaram mais de US$ 11 bilhões de dividendos aos quotistas, isso sem falar da eventual valorização das quotas (70% dos fundos imobiliários americanos são cotados em bolsa).
Qual é o segredo deste novo instrumento?
Em primeiro lugar ele representa a possibilidade de trazer para o mercado imobiliário uma enorme gama de investidores que não tem recursos suficientes para, individualmente, aplicar em imóveis. Basta ver o sucesso dos flats, por exemplo, que encontrou um segmento ávido por investimentos na faixa de R$ 100.000,00. Agora imaginem quantos investidores teriam, por exemplo, 10 % deste valor para aplicar...Nos EUA o investimento médio nos REIT's (Real Estate Investment Trust - como são conhecidos os fundos imobiliários americanos) é de US$ 5.000,00 !
Além da pulverização, o fato de transformar o investimento imobiliário em mobiliário agrega outras vantagens: deixa de existir a burocracia causada pelo formalismo da transação imobiliária, já que os investidores negociam quotas, que são como ações, sem a necessidade de escrituras, certidões, assinatura do cônjuge, etc. A transparência das operações via fundo imobiliário propicia um melhor acompanhamento do andamento dos negócios, bem como se pretende criar uma maior liquidez do investimento através do mercado secundário. E também os fundos imobiliários podem atrair o investidor estrangeiro para o investimento de médio e longo prazo no país.
Mas o mais importante é que esta é a mais revolucionária alternativa de captar recursos para o setor que mais emprega no país. Segundo estudo realizado pela TREVISAN, contratado pela FIESP, o setor do CONSTRUBUSINESS representa quase 15% do PIB nacional.
II - A pulverização da base acionária
Mas agora parece que chegou a hora do mercado de varejo. E não faltam motivos para isso. Em primeiro lugar, os fundos de pensão não compraram quase nada, do setor imobiliário, no ano de 99, diretamente ou via quotas de fundo imobiliário. Suponho que uma das causas seja a troca de comando nos fundos provocada pelas privatizações. Outro fator seria a insistente e absurda sinalização da Secretaria de Previdência Complementar de que diminuiria, mais uma vez, os limites dos fundos de pensão para o setor imobiliário, diretamente ou via instrumentos securitizados, como é o caso do fundo imobiliário.
Se aquelas entidades estão arredias, os investidores pessoa física estão comprando, como nunca, tudo o que os empreendedores de flats têm para vender. O que eles mostram é que querem, cada vez mais, aplicações que contenham :
a. Renda mensal
b. Lastro imobiliário
c. Prazo longo
d. Nenhum envolvimento com a administração ou risco de vacância e/ou inadimplência
e. Valor unitário acessível
f. Parcelamento do investimento
Só os flats pareciam reunir tudo isso! Mas o mercado percebeu que, além da insistência de um só setor da economia (hospedagem), o que é arriscado, havia uma massa ainda maior de investidores que não estava sendo atingida, por não conseguir investir R$70.000,00, em média.
Daí a idéia de se utilizar o fundo imobiliário como instrumento que pode agregar todas as vantagens acima, e mais, podendo baixar radicalmente o valor do investimento, atingir um número muito maior de investidores.
Exemplo disso são os fundos voltados para pessoas físicas que foram lançados no segundo semestre de 99. As notícias são de que, apesar de inéditos, o REIT BRAZIL e o PÁTEO HIGIENÓPOLIS estão conseguindo colocar com sucesso suas cotas. Segundo Daniel Citron, diretor da Brazil Realty, empreendedora do primeiro, causou certa surpresa o fato de que conquistaram muitos novos investidores que nunca tinham aplicado no mercado imobiliário, além de que 40% deles preferiram pagar à vista, ao invés de se utilizar do parcelamento oferecido. Como eles montaram uma colocação de caráter bem imobiliário (lote mínimo de R$ 70.000,00, auxílio das imobiliárias LOPES e da SELLER) tudo voltado para se parecer com a venda de um flat, o interesse de novos investidores está sendo festejado. A primeira tranche de cerca de R$ 20 milhões, de um total de R$ 70 milhões, já foi completada, e a próxima está quase inteira subscrita. A novidade, agora, é que o UNIBANCO, administrador do fundo, passará a colaborar na venda das quotas através de seu private bank.
O Banco Ourinvest, que através de sua coligada BRAZILIAN MORTGAGES estruturou o Fundo Imobiliário Páteo Higienópolis, informou já ter vendido quase a totalidade das quotas da emissão total de R$ 40 milhões. O brilhante sucesso se deve, entre outros, ao fato do banco ter se envolvido diretamente na colocação, na primeira fase, graças à sua grande penetração junto à colônia judaica, de presença marcante na região do shopping, além da importante participação da ABYARA.
O site que mantenho sobre o assunto ( http://www.fundoimobiliario.com.br ) recebe consultas de todo o país, de pessoas querendo investir nestes fundos.
Outros lançamentos deverão se seguir. Os players do mercado financeiro, com raras exceções, nunca se interessaram pelos fundos imobiliários. Acho que isso vai mudar. Afinal, quantas empresas com cotação em Bolsa pagam dividendos mensais?
III - As oportunidades para os fundos de pensão
Se confirmada esta tendência de pulverização do mercado de fundos imobiliários, os fundos de pensão também se beneficiarão. Até então destinatários (quase sempre) finais dos negócios imobiliários, a opção que se abre é de parcerias com investidores privados e fundos financeiros em geral, que também podem investir nessas operações.
Aquelas entidades que estão com seus investimentos imobiliários acima do permitido pela legislação, ou as que queiram passar a vender algumas posições, poderão desmobilizar criando fundos imobiliários voltados para o mercado financeiro.
O apoio da ABRAPP será fundamental, sensibilizando a SPC para este importante momento, no qual ela deve reconhecer a necessidade de algumas inovações na legislação, dentre as quais o aumento da participação, por fundo de pensão, em um fundo imobiliário (atualmente 20% da emissão), pelo menos por um determinado período, desde que integralizado com imóveis próprios da entidade.
Todos os segmentos envolvidos terão outras sugestões a fazer. Basta o governo querer ouvi-los.
Sérgio Belleza Filho, 45 anos, é Consultor de Investimentos, atuando no mercado financeiro desde 1972. Foi responsável pela formatação do primeiro fundo de investimento imobiliário aprovado no País, o Memorial Office Building, lançado em 1994. É membro do Conselho de Regulação dos Fundos Imobiliários na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e integrante do Comitê do Construbusiness, da Câmara Americana de Comércio (AMCHAM)
Terça-feira, 31 de Julho de 2007
Programas para uso no curso de Engenharia Civil - FEUP
http://www.engenhariacivil.com/
Quinta-feira, 7 de Junho de 2007
Segunda-feira, 28 de Maio de 2007
Sexta-feira, 11 de Maio de 2007
Quinta-feira, 10 de Maio de 2007
Engenharia também tem salários baixos
Jornal de Notícias
Terça-feira, 8 de Maio de 2007
Domingo, 29 de Abril de 2007
Construction Computer Software

Integrated Project Management System for the Construction Industry
Construction Computer Software (CCS) produces an integrated Project Management System designed specifically for the Construction Industry.
The major components are Estimating, Valuations, Planning, CashFlow and Forecasting.
Drawing on our 25-year association with international and small construction companies, their owners and chairmen, contracts managers, quantity surveyors, estimators, project managers, planners, drawing office clerks and foremen, we have tailored our software to the exact needs of the people working in the various construction processes.
So whether you need to do presentations to board executives and financiers, manage your planning, estimating, forecasting, project budgets, earned value, cash flows, drawings or materials, there is a component that will satisfy your requirements.
Our success shows, with over 4000 Candy systems in use every day, enhancing productivity and profitability, in the offices and construction sites of many of the world's largest construction companies, building some of the world’s biggest projects.
Our Windows® based system is simple to install and get working in either a stand-alone or a multi-user networked environment without IT skills.
We also offer training courses for novice and advanced users at our national and regional offices or, by special arrangement, at your premises anywhere in the world.
Quinta-feira, 26 de Abril de 2007
Quarta-feira, 25 de Abril de 2007
Segunda-feira, 23 de Abril de 2007
Quinta-feira, 19 de Abril de 2007
Guia do Projectista Sectores
AQUI ENCONTRARÁ INFORMAÇÃO COMERCIAL DAS EMPRESAS QUE
PROMOVEM OS SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS NO GUIA DO PROJECTISTA!
IPPAR e GECoRPA organizam seminário sobre vantagens da conservação
O Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico (GECoRPA), em conjunto com o Instituto do Património Arquitectónico (IPPAR), estão a organizar um seminário intitulado, 'Vantagens económicas associadas ao investimento na conservação dos monumentos e edifícios históricos - O papel das empresas.
Tendo como objectivo mostrar a importância para as empresas e para a economia do país de investimentos na área da conservação do património arquitectónico, enquanto impulsionador da criação de empregos e de novos serviços e bens, o seminário dirige-se a decisores da administração central e local, investidores privados interessados na revitalização de centros históricos, arquitectos, engenheiros civis e outros técnicos envolvidos na requalificação do património arquitectónico.
O seminário terá lugar no Palácio Nacional da Ajuda, no próximo dia 20 de Abril.
Segunda-feira, 9 de Abril de 2007
CONSTRUIR - Cooperativa pioneira na inserção profissional
02 de Junho de 2006
A Arqcoop visa a inserção profissional em arquitectura, não esquecendo as áreas da engenharia, design e urbanismo. A sua actividade assenta na formação profissionalizante e especializada, que pode ir desde cursos de gestão de projecto e obra até técnicas de gestão de tempo, de vendas e anti-stress.
A Arqcoop, uma cooperativa para a inserção profissional em arquitectura, nasceu formalmente em 2001, pela mão de seis amigos, alunos e ex-alunos da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.
Todavia, a ideia do projecto já tinha surgido em 1997, tendo sido criado, em 1999, o Ateliê Multidisciplinar para a Inserção Profissional, que funcionou nas instalações da Faculdade de Medicina Veterinária, em Lisboa.
De forma a não deixar morrer a ideia original, «pensou-se então desenvolver um projecto para as características actuais, num modelo de cooperativa», recorda Diogo Corredoura, presidente da Arqcoop. Primeiro, porque são entidades sem fins lucrativos, «o que não significa que não possam ter lucro», diz. Depois porque foram tidos em conta os valores cooperativos como o interesse pela comunidade, a igualdade dos sexos, o direito ao voto independentemente do capital social, ou a integração dos deficientes. Por último, contou a parte financeira e fiscal, «como é o caso da isenção de posto de selo e o IRC mais baixo», revela.
Quatro áreas de intervenção
Em 2001, já no formato de cooperativa, o projecto saiu do âmbito estrito dos estágios, «passando a englobar também o Ninho de Empresas para jovens licenciados na área da arquitectura e do projecto, a formação profissional e profissionalizante e a promoção e divulgação da arquitectura e do projecto», revela o presidente da cooperativa Diogo Corredoura.
O objectivo da Arqcoop é lutar contra a oferta de estágios curriculares e profissionais maioritariamente não remunerados. Acontece mesmo que «alguns estagiários pagam para estagiar», constata. Por isso, «nós não queremos ser mais um gabinete de estágios de uma faculdade ou fazer o que a Ordem dos Arquitectos faz, que é disponibilizar uma lista de estágios no seu site sem garantir que são remunerados», salienta. «Nós queremos é fazer a diferença», frisa.
Por isso, a Arqcoop atribui um subsídio às empresas que contratem estagiários remuneradamente. Se estas se sedearem nas suas instalações, o valor de arrendamento do gabinete é de 20 euros por metro quadrado, podendo as salas oscilar entre os 200 e os 800 euros.
Ninho de Empresas
Com o Ninho de Empresas presente na Arqcoop, o objectivo é «reduzir os gastos, maximizar os proveitos e fomentar o espírito de empreendorismo», revela Diogo Corredoura. Várias empresas podem ser criadas e aquelas que já existem podem crescer ou até mesmo fundir-se numa só, tornando-se numa mais forte, com maiores possibilidades de durabilidade.
Rui Franco, secretário da Arqcoop, salienta ainda que «200 euros pode parecer muito dinheiro, mas não se tivermos em conta que esse valor inclui água, luz, internet, assinatura do telefone e apoio do secretariado».
«O único risco que a empresa corre ao lançar-se nesta nossa aventura é chegar ao fim do mês e não conseguir pagar a mensalidade», diz Diogo Corredoura. Porém, como a empresa paga inicialmente dois meses de caução, «o único risco é mesmo fechar», conclui.
Formação directa e indirecta
A formação é outras das áreas de intervenção da Arqcoop, onde as receitas são sempre reinvestidas em novos cursos e material.
A Arqcoop tem cursos de Autocad e 3D, licenciamento municipal e gestão urbanística, gestão e projecto de obra, ecourbanismo e sustentabilidade, maquetismo, segurança e saúde em projecto e obra, entre outros.
Também dispõe para o público em geral cursos de finanças para não financeiros, contabilidade para não contabilistas, software, gestão de tempo, técnicas de apresentação, anti-stress, fotografia e actividades de desporto e aventura que fomentem dinâmicas de grupo e espírito de equipa.
Como há cada vez mais licenciados em arquitectura procurando emprego no ramo da imobiliária, a cooperativa também possui um curso de técnicas de vendas e preparação para o exame do IMOPPI (Instituto dos Mercados de Obras Públicas e Particulares e do Imobiliário).
Ainda existem cursos de arquitectura de terra e arquitectura bioclimática em preparação juntamente com a Fundação Navapalos.
A receptividade aos cursos tem originado pedidos de acções oriundos principalmente do Porto e de Guimarães, onde há uma grande concentração de jovens estudantes e licenciados em arquitectura.
Quebrar a barreira das línguas
A Arqcoop ainda dispõe do ensino de línguas, nomeadamente inglês, italiano, alemão, francês, chinês e português para estrangeiros.
Por exemplo, «toda a gente sabe que janela é window em inglês, mas ninguém sabe dizer sanita ou sanca», afirma Diogo Corredouro.
O presidente destaca a importância do ensino do mandarim. «A China é um mercado emergente e não há muitos arquitectos na China», constata.
Por último, a Arqcoop dedica-se à promoção e divulgação da arquitectura e do projecto, através de exposições, conferências, seminários, workshops ou edições de livros. Estas acções podem ter lugar dentro das suas instalações ou em qualquerCONSTRUIR - Cooperativa pioneira na inserção profissional
Revisão do 73/73 aplicada dentro de cinco anos
Ana Rita Sevilha
19 de Janeiro de 2007
O Governo aprovou ontem uma proposta de revisão do decreto 73/73, regime de qualificação exigível em obras, adiantando que a elaboração de projectos de arquitectura serão exclusivamente da responsabilidade dos arquitectos no prazo de cinco anos.
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, revelou em conferência de imprensa que a proposta de revisão terá de ser aprovada em Assembleia da República, sublinhando que a mesma “já teve em linha de conta as posições das ordens dos arquitectos, engenheiros e dos representantes dos agentes técnicos". Pela lei que data de 1973, e que ainda se encontra em vigor, alguns agentes técnicos podem assinar projectos de arquitectura, facto que originou contestações por parte da Ordem dos Arquitectos e que motivou a aprovação de uma petição popular na Assembleia da República a exigir nova legislação.
Após a aprovação do diploma na Assembleia da República, Mário Lino revelou que haverá um período de transição de cinco anos para aplicação das novas regras de qualificação, adiantando que as mesmas contemplarão as obras públicas bem como as privadas com inserção urbanística.
A proposta prevê ainda que os projectos de engenharia sejam exclusivamente da responsabilidade dos engenheiros e engenheiros técnicos, e que os projectos de espaços exteriores sejam da responsabilidade dos arquitectos paisagistas, exigindo também qualificação em outros sectores tais como, coordenação do projecto, de fiscalização e de direcção de obra.
Para além das qualificações exigíveis em obra, "a existência efectiva de uma equipa de projecto, a quem incumbe elaborar todas as peças escritas e desenhadas, actuando sob orientação de um coordenador de projecto", terá de ser verificada.
Mário Lino sublinhou que este diploma é uma peça importante para a modernização do sector da construção, tornando-o "mais transparente e competitivo, com melhor qualidade e com maior responsabilização dos seus agentes".
in revista construir
Domingo, 25 de Março de 2007
Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007
inicio de e.obra
como qualquer estaleiro que se prese aki se vao amontoando os materiais e outras coisas para esta e.obra.
